quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Algumas recordações...






DANÇA DO VENTRE



A Dança do Ventre caiu no gosto do mundo inteiro, e por isso acabamos descobrindo no folclore dos povos do Oriente várias outras danças, como o Khaleege, o Tahtib e sua versão feminina (Raks Al Assaya) ou a Raks Al Shemadan, que já incorporamos ao nosso "acervo".
No entanto, algumas modalidades raramente podem ser aprendidas (ou mesmo vistas) por nós, ocidentais, geralmente, por terem um caráter religioso ou carregarem traços culturais muito fortes.
Meleah Laf
Meleah Laf significa lenço enrolado. Esta dança foi vista unicamente no Egito, mais especificamente no subúrbio do Cairo.
Nos anos 20, surgiu uma moda no Cairo, onde as mulheres da sociedade começaram a usar o Meleah, grande lenço preto, enrolado ao corpo. A moda passou, mas as garotas do subúrbio até hoje continuam a usar seus lenços. No entanto, agora elas o usam na dança.
A amarração padrão do Meleah passa o véu por baixo dos seios, prendendo uma das pontas embaixo do braço. Do outro lado, o véu passa por cima da cabeça e é seguro pela mão. Durante a dança, a bailarina "puxa" o Meleah para que este fique justo ao corpo e ressalte suas formas femininas, principalmente o quadril. No decorrer da música, a bailarina solta o lenço e dança até o fim com ele nas mãos.
É comum vê-las dançando com um chador (quase sempre de de crochê) cobrindo o rosto, que também pode ser tirado no decorrer da apresentação. Outra observação interessante: a dançarina masca chiclete durante a dança (tradicionalmente, as egípcias costumam mascar goma de miske).
O jeito de andar, o lenço e o chador cobrindo o que mais tarde será descoberto, o ato de mascar chiclete , a música (sempre muito alegre e festiva) são fatores importantes que caracterizam o jeito das garotas Baladi do Egito. É uma dança cheia de estereótipos, onde é necessário charme e uma pitada de ousadia de quem a interpreta.
Dança Ghawazee
Ghawazee, para os egípcios, significa ciganas. Assim eram chamadas as dançarinas de Dança do Ventre, no Egito Antigo, que se apresentavam nas ruas, também recebendo o nome de As Dançarinas do Povo.
As ghawazee realizam esta dança de uma maneira toda especial, com trajes bem folclóricos, pintura tribal nos rostos, turbantes e lenços amarrados à cabeça, e músicas tradicionais, com poucos e típicos instrumentos.
Hoje em dia, poucas ciganas tentam ganhar a vida dançando ou dando aulas no Egito, competindo desigualmente com as bailarinas da Dança do Ventre hollywoodiana, apresentada nos maiores hotéis e casas noturnas do Cairo.
No entanto, surge nos Estados Unidos um movimento muito forte, tentando buscar as raízes da dança dessas ghawazee. Grupos como The Ghawazee Troupe, The Fat Chance Belly Dance e The Pink Gipsy Groupe, estão buscando nessa forma de dançar uma nova visão da Dança do Ventre. Associando a Dança Ghawazee à outras danças orientais, formam o que chamam de Tribal Fusion Style.
Dança das Flores
Realizada na época da primavera, quando as camponesas egípcias iam trabalhar na colheita das flores. Para amenizar o trabalho, elas cantavam e dançavam. Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares. Enquanto dança, a bailarina entrega as flores de seu cesto aos espectadores.
As Ghawazee também realizam a mesma dança, também conhecida como Dança do Cesto. Neste caso, a dançarina acrescenta algumas características próprias, como equilibrar o cesto de flores na cabeça, mexer suas saias (rodadas) enquanto dançam, prender uma flor entre os dentes, por exemplo.
Dança dos Lenços
Sua origem parece vir do Norte da África. Ainda encontram-se mulheres executando essa dança na Algéria, Marrocos e Tunísia. Para isso, utiliza-se dois lenços. Basicamente, a dança mantém movimentação básica dos pés e os lenços servem para serem agitados no ar, dando graça e movimento à dança.
Numa variação, usa-se apenas um lenço, compartilhado por ambas as mãos. Enquanto dança, a bailarina usa o lenço num jogo de "esconder e revelar", primeiro deixando visível apenas os olhos, depois o nariz, a boca, e usando-o como uma moldura para mostrar a movimentação de tronco ou quadril.
Guedra
Dança ritual típica dos nômades do Deserto do Saara, aparecendo também na Mauritânia, Marrocos e Egito. Também é conhecida como a Dança da Benção dos Touaregs. É uma dança de transe, de origem religiosa, que tem por finalidade trazer satisfação e alegria plena àqueles que a praticam e/ou a assistem.
Sua base é simples, onde a bailarina executa movimentos com as mãos, para as quatro direções (Norte, Sul, Leste e Oeste), para quatro elementos (céu - acima, terra - abaixo, ar - para trás e água - para baixo) ou simbolizando o tempo (passado - para trás, presente - para o lado e futuro - para frente). Outro movimento básico seria a benção oriental, onde toca-se o estômago, o coração e a cabeça, emanando a energia da dança ao público. Para recuperar a energia dispensada, a dançarina toca-se na direção do ombro, trazendo a vibração da platéia para si.
Inicia-se com o rosto coberto por um véu, que pode ser abandonado no decorrer da dança. Em certo momento, a dançarina começa um balanço de cabeça, para frente e para trás, geralmente brusco, fazendo voar suas tranças. Com grande freqüência, encerra-se a dança no chão.
A roupa típica para dançar a Guedra é o Caftan, acompanhado do Haik, espécie de manto preso à frente do corpo por alfinetes e correntes. Acompanha adornos de cabeça e tranças (reais ou postiças).
A musica usada são cânticos muçulmanos, que podem durar até horas.
Raks Al Senniyya
Raks AL Senniyya, ou a Dança do Chá, tem sua origem no Marrocos. Uma dança tradicional para esses povos, pode ser praticada por pessoas de ambos os sexos.
Executa-se basicamente uma performance para demonstração de equilíbrio e destreza. Os dançarinos geralmente balançam-se ao som da música, com uma bandeja de xícaras de chá apoiada na cabeça.
Fellaha ou Fallahi
Dança originária da região do Alto Egito. Diferente do Tahtib, que tem como característica ser uma dança de povos nômades, a Fellaha ou Fallahi vêm dos Fallahin, fazendeiros egípcios (camponeses). Fallahi significa "criado por um Fallahin". Também o ritmo musical usado para esta dança recebe o nome de Fallahi.
A dança simboliza um encontro, sendo dançada, em geral, por casais (ou um grupo de mulheres e um homem). Conta a história de um rapaz que estava à procura do amor, e acaba encontrando uma jovem. No entanto, seu coração é volúvel. Surpresa com o comportamento dele, ela acaba deixando-o sozinho.
Numa outra forma, pode ser realizada apenas por mulheres, onde elas dançam com jarros. O passo básico da fallahi lembra o pas de valse do ballet clássico.
Choufou El Arbiyya
Dança típica Tunisiana, realizada apenas por mulheres. Nessa dança, elas mostram, com agilidade, suas habilidades de dançarina com batidas pélvicas e de quadris, enquanto mostram seus tornozelos ao público, para demonstrar que não usam o Khul-khaal (espécie de tornozeleira) e que, assim sendo, não são casadas.
Seria quase que uma dança de sedução, de moças solteiras em busca de um namorado. Durante o desenvolver desta, elas fazem mímicas como se estivessem se maquilando, ajeitando o vestido, ajudando umas às outras etc.
Haggala
Originária da Líbia, no Egito essa dança foi encontrada com maior freqüência em Mersa Matruh.
Quando realizada com autenticidade, a performance é executada por uma mulher totalmente coberta, ao som de cânticos masculinos , chamados keffafeen, acompanhados por palmas.
Tradicionalmente, a dançarina de Haggala deve apresentar-se para quatro homens e, dentre eles, escolher apenas um para o qual terminará sua dança. Ela amarra um lenço nos quadris e, quando escolher seu pretendente, deverá laçá-lo com este. Numa versão mais moderna, grupos de mulheres dançam umas para as outras.
Sule Kule ou Karsilama Cigana
Karsilama ou Karschilama é um ritmo de origem turca. Do ritmo, veio o nome da dança, realizada pelas Cengis, as mulheres ciganas da Turquia. Na dança, ao som das batidas do pandeiro, balançando suas saias rodadas, essas mulheres relembram suas origens, quem elas verdadeiramente são. Na Turquia, é provável que ainda se encontre verdadeiras Cengis dançando o Sule Kule para turistas, assim como as ghawazee egípcias.
Karsilama Urbana
Esta dança é uma combinação da dança folclórica Sule Kule com o Oryantal Danze, como é conhecida a Dança do Ventre na Turquia. Podemos dizer, então, que a Karsilama Urbana nada mais é do que a Dança com Daff-Snuj ( Dança do Pandeiro) que vemos mais comumente. A diferença entre elas seria a escolha musical, pois na Turquia faz-se o uso do karsilama, enquanto a Dança com Daff pode explorar outros ritmos.
Dança Núbia
Antigamente, os núbios representavam a guerra em forma de danças, usando lanças e Apresentavam-se em pares. Durante o decorrer da dança, formavam duas filas, onde homens e mulheres separavam-se, e, ao final, formavam todos um só grupo. Na dança Núbia, as palmas tem um papel de destaque no acompanhamento da música.

Dança da Samaritana ou Dança do Jarro
Era executada em cerimônias presididas pelos faraós à beira do rio Nilo, para pedir ao rio que inundasse as terras em suas margens, possibilitando as plantações e as boas colheitas.
A dança do jarro pode ser, também, uma dança folclórica. Neste caso, a bailarina representa a rotina das beduínas: caminha de sua tenda até o oásis, onde descansa, conversa com as outras mulheres da tribo, refresca-se, busca água em seu jarro e retorna à sua tenda.
Dança da Serpente
A bailarina dançava com uma serpente de metal (muitas vezes de ouro), pois este animal era considerado sagrado e símbolo da sabedoria.
Atualmente, vê-se algumas bailarinas dançando com cobras de verdade, mas isto deve ser visto apenas como show de variedades, já que nem nos primórdios da dança o animal era utilizado. Justamente por ser considerada sagrada, a serpente era apenas representada pelos adornos utilizados pelas bailarinas e pelo movimento do seu corpo.
Dança dos Véus
A dança dos véus é realizada com uma quantidade de véus que varia de acordo com o seu objetivo:
2 véus - dança do corpo e da alma
3 véus - dança do templo
4 véus - dança do palácio
5 véus - dança do escorpião
6 véus - dança do vento
Dança do Candelabro
Dança tradicional apresentada nas maioria dos casamentos egípcios, onde a bailarina conduz o cortejo dos noivos levando um candelabro à cabeça iluminando a caminho do casal de noivos e trazendo a eles felicidade. È uma dança de origem grega.
Para essa dança também são usados longos vestidos largos parecidos com túnicas. O candelabro deve ser específico para a dança, tendo assim o apoio adequado para a

A dança dos sete véus é um dos mais famosos, belos e misteriosos ritos primitivos. Embora muita gente acredite que se trata da mais antiga versão do strip-tease, a dança não tinha um caráter exclusivamente erótico. Não era praticada em ritos de fecundação, mas pelas sacerdotisas dentro dos templos da Deusa Egípcia Ísis. . A sacerdotisa oferecia a dança para a Deusa Isis, que dentro dela existe, e lhe da beleza e força.
Essa dança era realizada em homenagem aos mortos. As sacerdotisas, em seus templos, retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada ao mundo dos mortos sem apego a bens materiais.
A Dança dos Sete Véus pode ser realizada, também, em homenagem à Deusa Babilônica Ishtar ou Astarte, deusa do amor e da fertilidade. Segundo os babilônios, Tamuz, seu amado teria perdido a vida e levado para o reino de Hades, o submundo, e Ishtar, por amor, resolveu ir também para o reino de Hades. Determinada, Ishtar atravessou os sete portais do submundo, e em cada portal deixou um de seus pertences: um véu ou uma jóia (cada um deles representando um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano). O véu representaria o o que ocultamos dos outros e de nós mesmos. Ao deixar os véus Ishtar revela sua verdade e consegue unir-se a Tamuz.
Mais tarde passou a simbolizar as sete cores do arco-íris, os sete planetas conhecidos na época (que estão representados na dança como possuidores de qualidades e defeitos que influenciam o temperamento das pessoas) e os sete chacras (pontos energéticos do corpo humano). Com isso, a dança passou a ser realizada por bailarinas, que limitavam-se a retirar os véus. A retirada e o cair de cada véu , significam o abrir dos olhos, o cair da venda, que desperta a consciência da mulher. E a evolução espiritual .
Existe também um outra versão que diz que a Dança dos Sete Véus trata-se de um dança hollywoodiana (Salomé) que foi unida a dança do ventre ganhando fama e se propagando com ela. Entretanto, cabe ressaltar que, falando-se de dança do ventre, não existe verdade e nem tampouco mentira absoluta.

A vestimenta
A bailarina se envolve com os sete véus. Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, deve ser preferencialmente de cor clara, suave.
A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais. O véu vermelho está associado a Marte; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão; O véu laranja representa Júpiter, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo.
O Sol está ligado à cor amarela, que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria; o véu verde vale para Mercúrio, que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos; Vênus é o véu azul-claro, a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; o lilás, que representa Saturno, mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil.
Finalmente a Lua está associada à cor branca ou ao prateado ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior.

A dança
Retira- se cada véu com muita sensualidade, habilidade e naturalidade. Fazendo movimentos ondulatórios, movimentos laterais de cabeça, movimentos rotatórios e ondulatórios com as mãos, movimentos de transe.

A música
Deve ter andamento lento e duração longa (aproximadamente 7 a 8 minutos).
A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

Por Jana França


"O amor fino não há-de ter "porquê" nem "para quê". Se amo porque me amam, é obrigação, faço o que devo; se amo para que me amem, é negociação, busco o que desejo. Pois como há-de ser o amor para ser fino? Amo porque amo e para amar."

PARABÉNSSSS GÊMEAAAA!

Como depois de 20 anos eu ainda ter algo pra te dizer hein???Bem... Vou tentar, mas não garanto não cair na repetição...Miriam Maria Ungareti... Esse nome vai me seguir pro resto dos meus dias, porque eu sei que é impossível me desvencilhar de você!!! Foi assim por 20 anos, e será pelos próximos 150... E não por obrigação ou por nenhum laço de sangue real que nos impeça de nos afastar, mas sim pela vontade de estar sempre por perto, porque só eu sei o quanto tua presença me faz bem...
...Chorona do jeito que eu sou é muito fácil me emocionar lembrando das milhares de coisas que já passamos juntas... Os nossos memoráveis micos são os melhores... hehe... Mas com razão de me emocionar neh... Porque não conheço nenhuma outra ligação como a nossa... Quem me conhece mais que você??? Quem está mais presente na minha vida??? Com quem eu posso falar como se estivesse falando comigo mesma...??? Só tenho a desejar tudo o que você mais sonha nessa vida...
...Que tudo se realize do jeitinho que você imagina...
...Muitas baladinhas juntas... Trio elétrico que nos aguardem... Dança do ventre... ...Cervejinha do cyber... Viagens intensas... Pôr-do-sol inesquecível... Miojo com queijo ralado vigor hehehe... Micos e mais micos... Risadas intensas... hehe...

Estarei pro que der e vier nessa sua "nossa" nova fase... Uma fase estranha... Caramba... Mas estamos juntas... Isso é o que mais importa...

Parabéns...

TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Um Bauer em minha vida

All Because of You

Blackmore's Night
Composição: Ritchie Blackmore

Is this happening? Is this fantasy? Never did I believe There could be such happiness Feels like nothing on earth Started with one little kiss… I could stay in this moment forever I could reach every star in the sky I could lose myself when I look Into your eyes… Is this happening? Is this fantasy?All my dreams coming true……all because of youI can't believe its true……all because of you….You are everything IWanted for so many years…Goodbye long, lonely nightsSadness and thousands of tearsI could stay in this moment foreverI could reach every star in the skyI could lose myself when I lookInto your eyes…Is this happening? Is this fantasy?All my dreams coming true…All because of youI can't believe it's true…all because of you…

My friend gut gut beer's

BREAK ON THROUGH (TO THE OTHER SIDE) (Densmore/Krieger/Manzarek/Morrison)

You know the day destroys the night
Night divides the day
Tried to run
Tried to hide
Break on through to the other side
Break on through to the other side
Break on through to the other side, yeah
We chased our pleasures here
Dug our treasures there
But can you still recall
The time we cried
Break on through to the other side
Break on through to the other side
Yeah!
C'mon, yeah
Everybody loves my baby
Everybody loves my baby
She get
She get
She get
She get high
I found an island in your arms
Country in your eyes
Arms that chain us
Eyes that lie
Break on through to the other side
Break on through to the other side
Break on through, oww!
Oh, yeah!
Made the scene
Week to week
Day to day
Hour to hour
The gate is straight
Deep and wide
Break on through to the other side
Break on through to the other side
Break on through
Break on through
Break on through
Break on through
Yeah, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah



segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Navigare necesse; vivere non est necesse

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.